Neste Papo Express do Bluesoft ERP, Sistema de Gestão para o Varejo na Nuvem, Wilson Souza fala sobre alguns indicadores que você precisa acompanhar para ter um estoque mais eficiente.

Estoque em excesso significa ter dinheiro parado; já estoque baixo, pode ser sinônimo de ruptura. A medida certa envolve exatidão na compra, relacionamento ajustado com o fornecedor, agilidade no recebimento e eficiência na reposição. E para não se perder em meio a esse processo, você pode acompanhar os seguintes indicadores:

O primeiro deles e provavelmente o mais importante de supply chain é conhecer o giro da sua loja. É fundamental ter essa informação e acompanhar eventuais mudanças no seu ritmo, para realizar ajustes sempre que necessários. Lembre-se que a reposição eficiente também é fundamental para manter o giro constante. Quanto maior o volume vendido, menor o tempo de estoque e menor deve ser o prazo de recebimento.

O Segundo é: o tempo de renovação de estoque (ou ciclo econômico) que pode ser medido pela diferença entre o dia em que a venda é realizada e o momento em que a compra é feita com o fornecedor. Quando esse intervalo for muito longo ocorre a ruptura de estoque e significa que há um erro no planejamento de compras.

O Terceiro é: considere custos de atrasos na entrega. Muito similar ao indicador anterior, esse cálculo deve considerar perdas de venda em razão da ruptura, um problema ainda mais grave quando o produto que não chegou a tempo é de uma marca à qual os consumidores são bastante fiéis.

Ainda assim a conta do prejuízo deve incluir eventuais horas extras da equipe com recebimento, armazenamento e abastecimento da loja. E também casos clássicos de custos adicionais como as entregas incompletas, que demandam esforço da equipe de logística para recebimentos não programados das mercadorias que ficaram faltando.

E o quarto indicador é: o prazo médio de recebimento das vendas, Geralmente no varejo alimentar as vendas não costumam ser parceladas. Com isso, a eficiência da loja é fator fundamental para garantir o giro rápido. A regra básica é simples: o prazo de recebimento sempre menor que o prazo de pagamento ao fornecedor. Caso contrário, há grandes chances de comprometer o capital de giro da sua empresa.

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Fonte: http://www.sm.com.br/portal/Principal/arquivos/Revista/217/upload/SM_201712_lowres.pdf