Neste Papo Express, Larissa Ramos fala sobre Estoque Ocioso.

Possuir um estoque “enxuto” com giro e cobertura dentro do esperado e ao mesmo tempo não perder a competitividade deixando de atender clientes por possíveis faltas, é muito importante para a gestão de uma empresa.

Em alguns casos, mesmo realizando o controle de estoques, pode surgir na empresa um entrave chamado de “estoque ocioso”, ou seja, estoque parado de produtos.

Ele pode ser impulsionado pela estocagem como aposta em produtos novos não absorvidos pelo mercado, ou seja, que o cliente não tenha aprovado, ou até mesmo sobras desproporcionais pós períodos sazonais, exposição ineficiente, entre tantas outras possibilidades.

Estoque ocioso além de ser um ativo da empresa “estagnado” sem gerar rentabilidade, toma espaço em estoque e tira o lugar de outros produtos que poderiam ter mais giro, e muitas vezes envolve mais mão-de-obra para a manutenção, fica sujeito a avarias ou vencimentos, assim como a possível perda de parte do fluxo de caixa para novas compras, entre tantos fatores indesejáveis.

Mas então, o que fazer quando o estoque ocioso é realidade? Dentre algumas ações necessárias podemos evidenciar as mais importantes sendo a primeira delas identificar a origem do problema antes de qualquer ação;

É necessário ter conhecimento de todos os produtos que estão puxando a cobertura de seu estoque para “cima”, ou seja mais dias, assim como estabelecer os critérios para definir o que de fato é considerado estoque ocioso;

Uma vez identificados todos os produtos parados a “N” dias, eles podem ter preços diferenciados (coerentes mas de fato promocionais) e serem expostos com evidência em vitrines, pilhas internas e pontas de gôndola.

É preciso “vender” o estoque ocioso primeiro internamente, para gestores, decisores, vendedores, representantes e demais colaboradores envolvidos;

Algumas ações internas visando aumentar a venda de determinados produtos podem ser desenvolvidas, entre elas uma premiação por vendas.

Assista ao vídeo. =D