O que aprendemos no Rails Summit 2009

Nos dias 13 e 14 de Outubro estivemos no Rails Summit e como de costume, aqui na Bluesoft quem participa de eventos faz uma apresentação aos outros membros da equipe sobre as principais lições aprendidas.

Na apresentação fizemos um resumo das palestras que assistimos e suas principais mensagens, tivemos a presença de nossos amigos da Agiliti, Alberto Portugal e Alexandre Marsicano que nos ajudaram com alguns comentários ao longo da apresentação.

Veja os slides no slideshare:

Veja o vídeo da apresentação em nosso canal do Vimeo:

Como citado no vídeo, você pode assistir à praticamente todas as palestras que aconteceram no Rails Summit 2009 no canal blip.tv do Hugo Borges. Você pode também acompanhar uma série de posts sobre o evento no Blog do André Faria.

Parabéns ao Akita e à Locaweb pela realização de mais uma excelente conferência e que venha o Rails Summit 2010.

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Manifesto 2.0 por Alexandre Gomes no Rails Summit 2009

Nesta apresentação realizada na desconferência do Rails Summit Latin America 2009, Alexandre Gomes da SEA Tecnologia falou sobre o manifesto 2.0 que representa uma nova escola de pensamento de Tecnologia da Informação que vem transformando a industria de desenvolvilmento de software.

Nós da Bluesoft temos muito em comum com a SEA e compartilhamos da mesma forma de encarar a realidade do desenvolvimento de software, acreditamos nos princípios ágeis e pragmáticos e trabalhamos para tornar a nossa realidade melhor dia após dia.

Veja os slides no SlideShare:

Assista o vídeo no Vimeo:

Fique ligado! Nos próximos dias estaremos publicando mais material e entrevistas realizadas no Agiles, no Encontro Ágil e no Rails Summit. Assine nosso feed.

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Vídeos da festa de encerramento do Rails Summit 2008

Conforme eu havia prometido aqui estão os vídeos que fiz no restaurante Okuyama após o encerramento do Rails Summit 2008.

O primeiro mostra toda a galera presente, com apresentação do Akita.

No segundo o Dr. Nic faz propaganda do projeto morena_opensource. Fork it now!

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Segundo dia do Rails Summit 2008

Eu, Hugo, André, Anderson e Ricardo

Como havia sido alertado pelo Akita, a bateria de palestras do segundo dia do evento seria ainda mais “pesada” que a primeira.

O primeiro keynote foi do pessoal do Phusion. Os japas falaram muito bem sobre replicação de banco de dados, sharding e sobre a famosa pergunta: “Rails escala?”. De acordo com eles é possível montar um bom ambiente com configurações adequadas na sua aplicação.

Em seguida tivemos uma apresentação via skype com Charles Nutter e Thomas Enebo, que são os caras que criaram e tocam o projeto JRuby. Fizeram uma demo com comparativo de performance entre ruby puro e rodando sobre a Java Virtual Machine.

Na sequência fui assistir à palestra do George Guimarães do Pagestacker sobre planejamento de capacidade. Ele explicou que muitas vezes pensamos linearmente na escalabilidade de uma aplicação, e nem sempre ocorre desta maneira, como diz a lei de Amdahl.

Após o ótimo almoço estive na apresentação do Manoel Lemos (criador do BlogBlogs e da Brasigo), que deu um show sobre crescimento de uma aplicação e as precauções que devem ser tomadas para não perder os usuários (ou clientes). Dois pontos importantes foram: “às vezes você precisa mudar tudo” e “às vezes você precisa voltar atrás”, que ao meu ver se traduzem como: “nada salva uma má idéia” e “você não pode ter apego ao código que escreveu, refatore-o”.

Logo após veio o Vinícus Teles da ImproveIt com sua palestra inédita sobre “empreendedorismo on rails” onde comparou a prestação de serviços (que não escala pois existe um limite de tempo de um profissional) e produtos (que podem ser distribuídos ao mundo todo). Falou bastante sobre o marketing pessoal que devemos fazer através de blogs, vídeos, podcasts e participação em projetos open souce, é claro.

Houve uma participação do Carl YoungBlood da Surgeworks, que questionou “que papel você vai exercer?”. Qualquer um pode e deve se empenhar para ser reconhecido como Chad Fowler, DHH, Akita, Carlos Brando, e outros nomes fortes que vêm a cabeça quando se pensa em determinada comunidade de desenvolvedores.

No mesmo auditório o Danilo Sato contou sua experiência com diversos tipos de testes automatizados (unitários – são escritos por e para desenvolvedores, aceitação, integração). Citou o framework Synthesis para “cobertura de mocks” e destacou a frase “bugs são testes que você esqueceu de escrever” – essa doeu!

Depois do coffee break fui para o salão principal ouvir o Luis Lavena falar sobre o One-Click Installer de Rails para Windows (que na verdade são 4 clicks.. o famoso Next, Agree, Next, Finish). Uma idéia legal apresentada foi o msysGit, que é um client de Git para Windows que roda nativamente, sem a necessidade do Cygwin.

Pouco antes do final o Bruno Souza falou sobre Open Source e as contribuições da Sun para mais de 350 projetos no mundo todo.

E pra fechar o evento com chave de ouro aconteceu a palestra do Obie Fernandez, da HashRocket e autor do livro The Rails Way. Foi uma apresentação mais motivacional, apresentando como eles praticam os princípios do manifesto ágil na sua empresa. Alguns fatores de sucesso são: programação em par (pra mim isso já parece natural mas muita gente ainda é contra), ter equipes pequenas, contratar os melhores, test all the fucking time e pequenos releases com muito feedback do cliente.

Ele também mostrou várias fotos do seu escritório, que tem vista pro mar e um monte de MacBooks Pro. Ou seja, a estratégia é montar um ambiente onde as pessoas queiram vir trabalhar, que é exatamente o que estamos tentando fazer na Bluesoft.

No encerramento ainda houve um cocktail, com direito a cerveja e prosecco onde aconteceu um bom networking. Falei um pouco com o Vinícius sobre SaaS, com o Phillip Calçado sobre a ThoughtWorks e um monte de gente interessante.

Juan Bernabó, Ricardo Almeida e Fábio Akita

E, pra quem ainda não tinha tido overdose de Rails houve a despedida do evento no restaurante Okuyama na Liberdade. Grande parte dos palestrantes foi pra lá. Aguardem os vídeos com o encerramento do evento e a festa do sushi.

Esse foi sem dúvida o melhor evento que já participei aqui no Brasil. Parabéns a todos os organizadores e patrocinadores, em especial para o Carlos da Locaweb que fez a contratação das meninas, entre elas a morena_opensource!

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Primeiro dia do Rails Summit 2008

Tenho que admitir que meu primeiro contato com Ruby e Rails foi marcante. Na verdade o que mais me impressionou foi a força da comunidade e o nível de conhecimento de quem estava no primeiro dia do Rails Summit Latin America.

Assisti ao keynote do Gilberto Mautner, presidente da Locaweb, contando um pouco da história da empresa e das apostas que fazem em tecnologias mais recentes como Rails e Django.

Em seguida houve a vídeo-conferência com David Heinemeir Hansson, criador do framework Rails, fazendo uma sessão de perguntas e respostas com a platéia. Surgiram alguns questionamentos sobre as futuras features, mais especificamente sobre threads e internacionalização.

A palestra seguinte, apresentada por Chad Fowler, trouxe conceitos que são extremamente importantes para a vida de alguém da área de TI (e por que não de qualquer área?) como “be remarkable” ou seja lembrado por algo que faz ou que fez muito bem. Além desta, ele deu várias dicas sobre como “se promover” no mercado, divulgando seu trabalho (originalmente “building yourself as a product”).

No almoço encontrei com o Bill Coutinho, da Dextra, que contou um pouco da sua experiência com Rails em projetos internos da empresa.

Em seguida participei da palestra do Fábio Akita entitulada “De volta ao começo”, uma introdução para quem não sabia praticamente nada sobre Ruby ou Rails. Foi bem interessante, com muito demonstração de código e quebra de paradigmas para alguém do mundo Java =)

Ele citou diversas referências para quem está iniciando como os livros “The Rails Way” e “The Ruby Way“, além dos sites RubyLearning.org, PeepCode.com (screencasts) e RailsCasts.com

Na palestra seguinte, do Dr. Nic Williams houve novamente um “puxão de orelha” para quem não contribui para projetos open source ou não realiza o marketing pessoal (crie um blog, receba críticas sobre seu trabalho).

No coffee break encontrei com o Ricardo Almeida (macmaníaco e autor da Visão Ágil), Maurício Leal (Maltron) e o Alexandre Gomes (que conheci no JavaOne deste ano).

A última palestra do dia foi apresentada pelo criador do GitHub, Chris Wanstrath. Ele leu um texto enorme com uma história que ia desde o ENIAC até a criação do site. O ponto principal, na minha opinião, foi o sucesso e as oportunidades de trabalho que teve pela contribuição em projetos open source.

No fim do dia ocorreram os Lightning Talks, com várias apresentações legais de pessoas que queriam demonstrar algo que fizeram ou chamando para colaboração em um projeto. A melhor apresentação foi a do Elomar França sobre grupos de estudo (tem 17 anos e deu um show).

Na saída ainda pude conhecer pessoalmente o Guilherme Chapiewski (copy and paste do nome pra não errar hehe) da globo.com, cujo blog acompanho há um bom tempo.

O post foi um pouco longo, mas acho que deu pra dar uma visão pra que não pôde participar do evento.

Amanhã tem mais.

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