Arquitetura de Software com André Faria
André Faria fala à equipe Bluesoft sobre arquitetura de software. Nesta primeira apresentação trata um pouco de Camadas (Layers e Tiers), Conceitos de Performance e Padrões utilizados no Domain Layer.
Você poderá assistir no vídeo do vimeo, e acompanhar os slides no slideshare.
read moreBancos de Dados NoSQL
Daniel Carneiro, DBA na Bluesoft, fez um estudo no Bluesoft Labs sobre Bancos de Dados NoSQL, leia seu artigo, veja sua apresentação e assista à sua palestra.
Há algum tempo tenho observado uma certa movimentação na web referente à NoSql Databases ou bancos de dados não-SQL. Mas o que é isso?
NoSQL Database foi um termo criado por Eric Evans (o mesmo cara do Domain Driven Design) para descrever bases de dados que não usam SQL em suas consultas. Muitas dessas bases apresentam características muito interessantes como alta performance, escalabilidade, replicação, suporte à dados estruturados e sub colunas.
Atualmente, com a web 2.0 há uma demanda cada vez maior por armazenamento de dados e alta disponibilidade, sendo que em alguns casos máquinas simples, como por exemplo de plataforma Intel, não são suficientes para dar conta do recado. Disso nasceu a necessidade de se desenvolver bases de dados que suportem esse tipo de demanda, e que ao mesmo tempo evitassem o SPOF (single point of failure), ou seja, que os acessos se concentrassem em uma única máquina, evitando a parada do sistema em caso de falha, além de promover o particionamento horizontal, distribuindo os dados em várias máquinas.
Para se conseguir esse nível de escalabilidade alguns paradigmas dos bancos de dados relacionais tiveram que ser quebrados; primeiramente, o que dá o nome aos RDBMS, os relacionamentos. Bancos NoSQL não possuem, por exemplo, junções de tabelas (joins), além de não suportarem demarcação de transações, e especificamente, em relação às transações, alguns modelos de bancos distribuídos conceberam um modelo chamado Eventualmente Consistente onde operações realizadas em um dos nós de um cluster de banco de dados podem não estar disponíveis imeatamente nos outros nós.
Podemos classificar estes bancos de dados em 4 tipos básicos:
Participação no Workshop Modelagem Ágil e DDD da Fratech
No último fim de semana participei do Workshop sobre Modelagem Ágil (M.A.) e Domain Driven Design (DDD) organizado pela Fratech na Universidade Anhembi Morumbi.

Os momentos mais interessantes foram as dinâmicas pois pudemos colocar em prática o que havíamos acabado de aprender. Desenvolvemos um modelo abrangente de um projeto, mantendo o foco simplesmente no negócio e deixando um pouco de lado a parte tecnológica.

Desde que comecei a ouvir a respeito de DDD pelo André Faria e o Phillip Calçado percebi que estamos desenvolvendo software de um jeito muito diferente das boas práticas de orientação à objetos e padrões de nomenclatura no código.
Pretendo organizar junto com a equipe uma estratégia para refatorar nossa aplicação, aumentando sua manutenabilidade, porém levando em consideração que não podemos deixar de entregar as features solicitadas pelos clientes.
Foi muito interessante ter participado junto com a equipe da d-click pois eles também estão em busca destas melhorias.
Novamente afirmo que o investimento feito nesse tipo de curso é mínimo perto do que se aprende e das pessoas com quem se convive.
Parabéns novamente ao Felipe e à Fratech pela organização, experiência e ajuda nas dúvidas que tive.
Mais fotos do evento estão disponíveis na minha galeria do Flickr.
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